Jeferson Ramos Batista é o novo gerente de políticas públicas da Fesporte

Cargos preenchidos

Cerca de três meses após assumir a presidência da Fesporte, Kelvin Soares completou o quadro administrativo para a sequência de seu mandato. Na última sexta-feira, o Diário Oficial do Estado trouxe mais quatro nomes para compor os cargos de gerência, então vagos.
O ex-diretor de esporte Jeferson Ramos Batista volta a casa, agora para ocupar a gerência de políticas e projetos esportivos. Luiz Henrique de Bittencourt assume a gerência de esporte de participação; Patrícia Alves de Araújo é a nova gerente de planejamento e controle e o jornalista André Lino é o novo assessor de comunicação. Dos 18 cargos em comissão, incluindo o presidente da entidade, foram substituídos 10 profissionais em relação ao grupo de trabalho da antiga gestão. 

Exonerações em série

Em doses homeopáticas, o presidente Kelvin Soares vai alternando as peças do tabuleiro funcional da Fesporte. Diário Oficial do Estado (DOE) de sexta-feira (12) trouxe exonerações e nomeações. Israel Pereira não é mais gerente de esporte de participação e seu cargo passou a ficar vago temporariamente. Estevan Cattoni foi nomeado assessor de gabinete e  a servidora Aline Monique de Souza, depois de uns meses afastada da casa, volta a atuar na Fesporte, agora como gerente de logística e eventos com uma função gratificada (FG-2), correspondente a cerca de 10% do seu salário bruto.  Há duas semanas, o então assessor de gabinete Fabrício Correa, foi exonerado, assim como o assessor de comunicação Jeferson Amaral e o gerente de planejamento e controle Ricardo Huber Júnior, ambos nomeados na era Rui Godinho.  

Desobrigados

Ex-presidente da Fesporte Rui Godinho, uma semana antes de ser exonerado, teceu louros para comemorar uma decisão do Conselho Estadual de Esporte (CED-SC). Em vídeo, publicado em sua rede social e ao lado de técnicos de artes marciais, Godinho destacou que os técnicos de artes marciais estão desobrigados de atuar com registro profissional de Educação Física. Na verdade, a desobrigação já existe por meio de uma jurisprudência fundamentada no fato de que a Lei Federal Nº 9.696/98 não prevê expressamente a dança, yoga e as artes marciais no campo de atuação do profissional de Educação Física. O que fez a plenária virtual do CED-SC foi fazer publicar, também, no regulamento técnico das competições da Fesporte a desobrigação, uma vez que a mesma já se mantinha no regulamento geral. A forma como Godinho deu publicidade ao fato causou profundo desconforto naqueles que há décadas lutam pela qualificação profissional do setor.