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- Fred Leite é reeleito presidente da AFESC
O ex-presidente da Federação Catarinense de Surfe Frederico Herondino Leite Neto, o "Fred", foi reeleito presidente da Associação das Federações Desportivas de Santa Catarina (AFESC) para mais quatro anos de mandato. A entidade, fundada em 1994 e que congrega a maioria das federações esportivas do Estado tem na sua finalidade representar e defender os interesses por meio institucional ou jurídico suas entidades associadas. Ao iniciar um novo mandato, Fred Leite defende maior fortalecimento e representação da AFESC perante os demais õrgãos representativos do esporte catarinense, inclusive junto a Fundação Catarinense de Esporte, a Fesporte. "Neste novo período nosso objetivo é cada vez mais alinhar ações junto às instituições no sentido de valorizar nossas filiadas", assegura. Entre suas metas para os próximos quatro anos de gestão está a concretização de um acordo junto ao governo do Estado no sentido de assegurar à AFESC a administração do atual prédio das federações esportivas situado no complexo da Fesporte, em Florianópolis. A conquista de recursos para executar uma ampla reforma no prédio das federações está em curso. "Para isso, necessitamos ampliar o número de federações filiadas a fim de que possamos nos tornar cada vez mais fortes para que juntos possamos fazer muito mais", acrescenta Fred. A eleição no último dia 17, foi realizada através de uma plataforma virtual devido a pandemia, sendo as contas da última gestão aprovadas pelo conselho fiscal. A nova diretoria conta ainda como vice-presidente Alan Fábio Siqueira, presidente da Federação Catarinense de Taekwondo, sendo integrantes do conselho fiscal Manoel Rebelo (Federação Universitária); Tatiane Favretto (Federação de Pole Sport) e Deraldo Opa (Federação de Atletismo). Marcelo Costa (Natação), Marisergio Kons (Motociclismo) e Jarbas Soares (Bodyboarding) foram listados para atuar como suplentes do mesmo conselho.
- AFESC promove eleições no sábado, 17.
Pleito será realizado no formato virtual por conta das restrições da pandemia Mais uma entidade representativa do esporte mobiliza-se para eleições. A Associação das Federações Esportivas de Santa Catarina (AFESC) realizará no sábado, dia 17, sua Assembleia Geral Ordinária (AGO) de prestação de contas e eleições de nova diretoria. A AFESC é uma entidade fundada em dezembro de 1994 com a finalidade de representar e defender suas filiadas. Marcada para às 10 horas, a AGO acontecerá de forma virtual em decorrência das restrições impostas por questões de segurança ao contágio do Covid-19. Seu presidente terá quatro anos de mandato. Como não houve manifestação de inscrição de chapas durante o período estipulado, a eleição deverá acontecer por aclamação e que poderá reconduzir ao cargo o ex-presidente da Federação Catarinense de Surfe Frederico Leite, o "Fred". Atualmente existem cerca de 65 federações esportivas em Santa Catarina, porém nem todas terão direito a voto, uma vez que somente aquelas que estão em dia com suas obrigações poderão ter voz e voto na AGO. Fred tem como candidato a vice o atual presidente da Federação Catarinense de Taekwondo Alan Fábio Siqueira. Os indicados à chapa para compor o Conselho Fiscal são: Manoel Rebelo (Federação Universitária); Tatiane Favreto (Federação de Pole Sport) e Deraldo Opa (Federação de Atletismo). Marcelo Costa (Natação), Marisergio Kons (Motociclismo) e Jarbas Soares (Bodyboarding) foram listados para atuar como suplentes do mesmo conselho. Fred Leite tem como objetivo a conquista de parceiras para executar a reforma do prédio da sede das Federações, localizada no complexo da Fesporte, em Florianópolis. Reforçar a integração entre as entidades filiadas para alcançar maior representatividade junto às demais entidades que fazem parte do sistema esportivo catarinense, além de concretizar, definitivamente, um acordo representado por uma espécie de comodato junto à Fesporte e ao governo do Estado no sentido de assegurar a administração do atual prédio das federações esportivas.
- SES e Fesporte publicam Portaria que disciplina eventos esportivos na pandemia
Portaria começa a vigorar a partir de quinta-feira, dia 15. A Secretaria de Estado da Saúde (SES) e a Fundação Catarinense de Esporte (Fesporte) fizeram publicar na noite desta segunda-feira (12), Portaria N. 386, que disciplina a prática a realização de eventos esportivos no Estado. A Portaria conjunta apresenta critérios para a retomada das competições, treinamentos esportivos e práticas esportivas em todo território catarinense durante a pandemia do Covid-19. A íntegra da portaria pode ser conferida no rodapé desta matéria. Ela tem validade a partir da próxima quinta-feira, dia 15, quando passa a vigorar, inclusive, com a obrigatoriedade de realização de testes rápidos com pesquisa de antígeno Covid-19 em até 24 horas antes de cada evento. A vacina contra o vírus Influenza (gripe) também é uma das obrigações para atletas, praticantes, membros de comissão técnica e todos os demais envolvidos nos eventos. A liberação das competições e eventos parte da classificação dos segmentos esportivos (rendimento, participação e lazer e educacional). Estes segmentos foram subdivididos em quatro grupos e ordenadas suas práticas. Sendo: Grupo 1: Modalidades individuais sem contato direto: os praticantes permanecem afastados uns dos outros de maneira que não haja contato físico entre eles em nenhum momento da atividade, tais como atletismo, canoagem, ciclismo, golfe, ginástica, xadrez, bocha, bolão 16, bolão 23, automobilismo, motociclismo, tiro esportivo, tiro com arco, powerlift, crossfit, halterofilismo, surf, bodyboard, skate, escalada esportiva, triatlhon, pentatlo moderno, hipismo, esgrima, badminton, remo, vela, tênis de mesa, tênis, beach tênis, natação, squash, paddle, patinação, dança individual; rafting, esqui aquático, equitação, rapel, voo com asa delta, parapente ou balão; Grupo 2 - Modalidades individuais com contato direto: os praticantes exercem a atividade de modo que exista contato físico entre eles, caracterizando-se por um contato eventual ou contínuo, tais como boxe, capoeira, jiu jitsu, judô, MMA, muaythai, karatê, taekwondo, wrestling (luta livre) e wu shu. Grupo 3 - Modalidades coletivas: praticantes exercem a atividade em grupo, caracterizando-se por duplas, trios, ou times com dois ou mais integrantes com pouco contato, tais como beach tênis, goalball, punhobol, remo, tênis de mesa duplas, badminton em duplas, bocha em duplas, vela; Grupo 4 - Modalidades coletivas: praticantes exercem a atividade em grupo, caracterizando-se por duplas, trios, ou times com dois ou mais integrantes com contato intenso, tais como basquetebol, futevolei, voleibol, vôlei de praia, beach soccer, futebol amador, futebol americano, futebol sete, futsal, handebol, hóquei na grama, pólo aquático, rugby, beisebol, e softbol. Os criterios para a liberação das atividades esportivas foram divididos em todos os grupos e suas práticas estão condicionadas aos resultados da avaliação da matriz de risco regional para o Covid-19, ou seja, se uma região figurar em Risco Gravíssimo, nenhuma atividades esportivas estará liberada, salvo aquelas equipes de competição a nível Nacional, quando autorizadas pela Fesporte. No Risco Gravíssimo: Esporte de rendimento: competição - proibida as modalidades de todos os grupos; exceto equipes de competição a nível Nacional, quando autorizadas pela Fesporte; treinamento - permitidas somente as modalidades do grupo I, em ambientes externos (outdoor) e treinamentos das equipes de competição a nível nacional, para todos os grupos, quando autorizadas pela Fesporte. Esporte de participação e lazer competição - proibida as modalidades de todos os grupos; prática- permitidas somente as modalidades do grupo I, em ambientes externos (outdoor) e permitida as modalidades do grupo I, indoor(ambientes internos) com limite de 25% da capacidade operativa do estabelecimento; Esporte Educacional competição - proibida as modalidades de todos os grupos; treinamento - permitidas as modalidades do grupo I, II,III e IV em ambientes externos (outdoor) e permitida as modalidades do grupo I, indoor (ambientes internos) com limite de 25% da capacidade operativa do ambiente de ensino. No Risco Grave Esporte de rendimento competição - permitidas as modalidades do grupo I (outdoor) e proibidas as modalidades do grupo I (indoor) e grupos II, III e IV, exceto equipes de competição a nível nacional, quando autorizadas pela Fesporte; treinamento - permitidas as modalidades dos grupos I, II e III (outdoor e indoor) e proibidas as modalidades do grupo IV. O treinamento das modalidades do grupo II deve ser realizado de forma individualizada em treinos técnicos sem contato físico entre os participantes. Permitido o treinamento das equipes de competição a nível nacional para todos os grupos, quando autorizados pela Fesporte. Esporte de participação e lazer Competição - permitidas as modalidades do grupo I (outdoor) e proibida as modalidades do grupo I (indoor) e grupos II, III e IV; Prática - permitidas as modalidades do grupo I, II, III e IV em ambientes externos (outdoor) e permitidas as modalidades do grupo I e III indoor (ambientes internos) com limite de 50% da capacidade operativa do estabelecimento. Esporte educacional Competição - proibidas as modalidades de todos os grupos; Treinamento - permitidas as modalidades do grupo I, II, III e IV em ambientes externos (outdoor) e permitidas as modalidades do grupo I e III indoor (ambientes internos) com limite de 50% da capacidade operativa do ambiente de ensino. III - No risco Alto Esporte de rendimento Competição - permitidas as modalidades dos grupos I, II e III (outdoor) e proibidas as modalidades de todos os grupos indoor, exceto equipes de competição a nível nacional, quando autorizadas pela Fesporte; Treinamento - permitidas as modalidades de todos os grupos (outdoor e indoor). Esporte de participação e lazer Competição - permitidas as modalidades dos grupos I, II e III (outdoor) e proibidas as modalidades de todos os grupos indoor; Prática - permitida as modalidades de todos os grupos (outdoor e indoor). Esporte educacional Competição - proibida as modalidades de todos os grupos; Treinamento - permitida as modalidades de todos os grupos (outdoor e indoor). IV - No risco Moderado Ficam permitidas as modalidades de todos os grupos (outdoor e indoor) para esportes de rendimento, esportes de participação e lazer e esporte educacional tanto para competição quanto para treinamento. O documento traz uma série de medidas de prevenção e da disseminação do Covid-19 a serem aplicados nos locais de competições, pessoal de apoio, atletas, técnicos, dirigentes e imprensa. Nas competições disputadas em locais fechados (ginásios), por exemplo, a entrada no local só será permitida com a aferição da temperatura, além do uso obrigatório de máscara. Quem entrar no local, terá que preencher um formulário com CPG, RG, endereço, telefone e função. A colhida de informações será resposabilidade do organizador do evento e deverá ser quardada por pelo menos 14 dias. Não poderá ocorrer aglomeração e a higienização do local. Vestiários e chuveiros destes locais não poderão ser utilizados com potencial de risco Gravíssimo. Além do respeito ao distanciamento social, nas modalidades coletivas fica proibida a troca de banco de reservas e lado de quadra, evitando o compartilhamento de espaços comuns. Cada participante dos eventos, terá que submeter a um questionário (termo de consentimento) que pode identificar possíveis contaminados com o corona virus. Respostas aos sintomas respiratórios, como tosse seca, dor de garganta ou dificuldade respiratória, acompanhada ou não de febre e/ou sintomas gripais, diarreia, perda de paladar e do olfato integram o questionário. Fica proibida a presença de público em todos os eventos e competições esportivas. Os custos referentes aos testes de Covid-19 são de responsabilidade de cada equipe participante, que deve assinar um termo de conhecimento referente a esta exigência junto à organização do evento e os testes referentes à equipe de arbitragem são de responsabilidade da organização do evento.Já o acesso da imprensa aos locais de competições deve ser limitado e não serão permitidas entrevistas no local do evento. É de responsabilidade da Vigilância Sanitária Municipal, compartilhada com Vigilância Sanitária Regional, Polícia Civil, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Santa Catarina, fiscalizar todos os eventos e competições esportivas, estabelecimentos e locais públicos com vista a garantir o cumprimento das medidas sanitárias exigidas.
- COES renova Decreto e adia emissão de portaria que pode liberar competições
Uma fonte ouvida pela reportagem do portal Cifesc informou que a renovação do Decreto Estadual 562/2020 não impede que haja a emissão de uma Portaria que possa liberar as atividades esportivas no Estado. Conforme Decreto 1.244 publicado hoje no Diário Oficial do Estado (DOE) e publicado no rodapé desta matéria, em seu Artigo Oitavo, a proibição se restringe apenas a presença de público em locais públicos e privados de competições. O documento virou alvo de várias interpretações. Premilinarmente, muitos dirigentes passaram a enteder que as competições estão liberadas, porém sem a presença de público. A determinação é vista como uma importante flexibilização, mas no início da próxima semana ela deverá ficar ainda mais compreensivel e flexivel para atender os anseios da comunidade esportiva do Estado. Segundo a mesma fonte, as Portarias é que regulamentam os Decretos e o atenuante da questão foi a elaboração de um minucioso documento construído pela equipe técnica da Fundação Catarinense de Esporte (Fesporte) e já discutido no âmbito do Centro de Operações de Emergência em Saúde (COES). "Trata-se do mais amplo e didático documento que já deu entrada por aqui", afirmou um dos membros do COES. O Governo do Estado por meio de uma nova Portaria deve se manifestar sobre a demanda esportiva no início da próxima semana. Ela deverá ser composta por uma série de regramentos que vão permitir a prática e realização de eventos esportivos no ambito público e privado.
- Restrições dificultam ingresso de novos ocupantes das cadeiras no CED-SC
O ingresso de novos membros no Conselho Estadual de Esporte (CED-SC) ficará mais restrito. Agora, além de uma série de outras exigências, os candidatos às 21 cadeiras representativas terão que apresentar certificado de curso de graduação (nível superior) em qualquer área de atuação para fazer parte do colegiado. O regramento está disposto no Edital Público, com data de 06 de abril, lançado pela atual gestão do órgão regulamentador do esporte catarinense. O Edital está voltado as pessoas interessadas em representar atletas, regiões esportivas, entidades representativas, entre elas as Instituições de Ensino Superior (IES) com cursos em Educação Física. O prazo para protocolar candidaturas termina no dia 10 de maio. Para a definição do representante de atletas, já está em curso uma eleição virtual disponibilizada no link. Quanto ao representante das IES, a novidade é que ele deverá comprovar vínculo com a entidade que atua. O CED-SC é um órgão representativo que legisla sobre as políticas esportivas de cunho governamental no território catarinense. Ele é composto por representantes de diversos segmentos, sendo que de suas 21 cadeiras, 10 são ocupadas por indicados do Governo do Estado, sendo outras 10 pela sociedade civil, entre eles representantes das quatro regiões esportivas. A vigésima primeira cadeira tem como ocupante o presidente da Fundação Catarinense de Esporte (Fesporte), na condição de membro nato. O mandato é de dois anos e pode ocorrer apenas uma recondução com tempo máximo de quatro anos, conforme a indicação pessoal de cada entidade. Do atual grupo, sete conselheiros não mais poderão continuar no colegiado: Mário Medaglia (Associação dos Cronistas Esportivos/ACESC); Alexandre Monguilhott e Osvaldo Junklaus (Governo); Sérgio Schlemper (Região Centro-Oeste); Dárcio de Saules (Conselho Regional de Educação Física/CREFSC); Marcel China Ramos (Atletas) e Enio Demoly Neto (Instituições de Ensino Superior/IES). Com as novas restrições, alguns integrantes que ainda estão no primeiro mandato, mas que não possuem nível superior, ficarão impedidos de continuar. Os novos membros do CED-SC tomarão posse após o dia 16 de junho quando termina o mandato dos atuais.
- Setor esportivo catarinense aguarda revogação de portaria
A semana que foi marcada por uma forte mobilização de parlamentares, dirigentes e representantes de setores que movimentam o esporte em Santa Catarina através de uma audiência pública realizada na última segunda-feira (05), poderá terminar com novidades. O deputado estadual Fernando Krelling (MDB) informou na tarde desta quinta-feira que o Centro de Operações de Emergência em Saúde (COES) deve se pronunciar oficialmente sobre o pleito da comunidade esportiva. O parlamentar disse que as restrições impostas pelo órgão estadual de controle diante da crise sanitária provocada pela pandemia do Covid-19 vão além do fator econômico e os 13 meses da quase totalidade do setor esportivo inativo. "O esporte não é o vilão. O esporte muda a vida das pessoas para o bem e não para o mal como alguns decretos e portarias estão demonstrando por aí, infelizmente", afirmou Fernando Krelling. Também profissional de Educação Física, Krelling informou que além da demanda de pedidos e apelos feitos pelos setores esportivos, a Fundação Catarinense de Esporte (Fesporte) também já elaborou, através de um documento, seu posicionamento quanto a liberação das atividades. Segundo ele, o documento pede a abertura dos estabelecimentos fundamentada em critérios sanitários e de segurança que, espera, vão ao encontro dos conceitos de segurança do COES. O COES deve se reunir ainda nesta sexta-feira (09) para analisar o pleito e a expectativa é pela revogação de alguns dispositivos impeditivos da Portaria 1005, incluída no Decreto Estadual 562 , de 17 de abril de 2020. A Portaria libera os esportes recreativos, porém restringe sua prática para as regiões com risco gravíssimo. O § 2º prevê que "nas Regiões de Saúde que apresentem Risco Potencial Gravíssimo (representado pela cor vermelha) na Avaliação de Risco Potencial para COVID-19, os esportes coletivos recreativos ficam proibidos, exceto os esportes recreativos individuais e aqueles que não acarretem contato físico". "Caso não mudem nada, continuaremos brigando por essa causa", prometeu Krelling, informando que teve remarcada sua reunião com a governadora Daniela Reinehr para a próxima semana para tratar do assunto.
- Kelvin Soares faz balanço de um mês presidente da Fesporte
Dirigente salienta garantias de autonomia da entidade durante processo de reforma administrativa e quer trazer de volta os coordenadores esportivos Em comunicado publicado em um grupo de dirigentes esportivos municipais e membros do Conselho Estadual de Esporte (CED-SC), no último sábado (13), o presidente da Fesporte Kelvin Soares fez um balanço do seu primeiro mês como ordenador da entidade e reforçou seus compromissos com a instituição. Em seu pronunciamento, Kelvin destacou que, mesmo diante da crise sanitária que o Estado atravessa, foi possível tomar conhecimento dos processos e demandas que movem a Fesporte. Os 30 dias iniciais de sua gestão foram dedicados a fortalecer as relações institucionais, sobretudo com as demais secretarias de governo. Disse que o governo tem acompanhado as ações da Fesporte com muita proximidade e interesse, dada a significativa importância que a instituição representa para a sociedade. O governo, conforme seu plano de gestão, mantém plena avaliação destas ações e principalmente os indicadores que ela representa em diferentes contextos. “É importante ressalvar que tal avaliação está diretamente ligada às nossas ações, pois é impactada pelas entregas necessárias e propostas no plano”, acentua Kelvin. Ao ponderar sobre questões pontuais, alvo de questionamentos que diariamente lhe chegam por meio de diversos canais, o presidente destaca que em recente reunião com a Secretaria de Estado da Administração (SEA), teve a garantia de que a Fesporte não perderá seu poder decisório que ao longo dos anos detém sobre suas ações. A Fesporte, segundo foi lhe assegurado, terá participação direta em qualquer discussão que a envolvam na possível reforma administrativa que está em andamento. Outra questão pontual que afeta diretamente o planejamento das iniciativas da Fesporte tem relação com papel dos coordenadores esportivos. No ano passado, inúmeros servidores foram desligados das suas funções em diversas regiões do Estado. “Eles foram desligados por motivos alheios a nossa vontade. A contribuição de tais servidores é imprescindível no somatório de esforços que objetivam fazer com que Santa Catarina continue sendo referência esportiva. Não vamos medir esforços para alinhamentos necessários para que possamos reverter esse quadro. Compactuo da angústia de todos e estou buscando solucionar a situação”, disse. Segundo Kelvin, a tramitação segue em “passos largos” e em breve deverá apresentar novidades sobre a questão.
- Jiu-Jitsu passa a ser oficial nos JASC
O Jiu-Jitsu estará entre as modalidades oficiais dos Jogos Abertos de Santa Catarina (Jasc) em 2021. Ao lado do Judô, Taekwondo e o Karatê, o Jiu-Jitsu passa a ser a quarta arte marcial a fazer parte do programa valendo pontos para os municípios que se inscreverem na competição. A modalidade, que passou a fazer parte do programa em 2018 e que teria que cumprir três anos de apresentação até se tornar oficial, segundo Normativa de 2017, foi beneficiada por uma resolução do Conselho Estadual de Esporte (CED-SC) de 2020 que diminuiu de três para dois anos o período de apresentação. Até então como participante no modo de apresentação, o Jiu-Jitsu cumpriu seu protocolo nos JASC de 2018 (Caçador) e em 2019 (Indaial/Pomerode/Timbó). Como não houve JASC em 2020, último ano de apresentação até se tornar oficial em 2021, a modalidade foi contemplada pela nova normativa sendo aprovada sua inclusão oficial durante plenária virtual do CED-SC na última terça-feira, dia 06. O Jiu-Jitsu também pleiteia sua inclusão nos Joguinhos Abertos de Santa Catarina, sendo este ano o primeiro de dois anos de iniciação do processo de apresentação até se tornar definitivo na competição. Compartilhe este conteúdo nas suas redes sociais através dos links abaixo.
- Fesporte muda calendário e regulamentos
O Calendário esportivo anual da Fundação Catarinense de Esporte (Fesporte) sofreu nova alteração. Com a incidência da pandemia do Covid-19 e os poucos indicativos de minimização do grau de contágio associado às restrições sanitárias, a Fesporte sugeriu e o Conselho Estadual de Esporte (CED-SC) aprovou a prorrogação do início do calendário para o segundo semestre deste ano, com as competições em suas fases micro, regionais e estaduais, sendo realizadas a partir de agosto. Também foi aprovada a mudança no número de microrregiões e regiões esportivas. No calendário aprovado no final do ano passado, as disputas classificatórias seriam divididas em 18 microrregiões e agora acontecerão em 36. As fases regionais, até então divididas em municípios de seis regiões e agora passam a serem disputadas em nove. A justificativa ao aumento significativo se dá pelo fato da redução na distância entre as cidades e, principalmente, no número de dias de disputas. Regionais que eram disputados em até cinco dias, agora poderão ser completados em um dia e meio. A economia dos municípios, gerada pela reduções nos deslocamentos de seus atletas também contribuiu. Outro fator alegado pela Fesporte está associado à utilização de alojamentos para os atletas nas escolas dos municípios. Com a pandemia, o calendário escolar deverá ficar apertado e, com isso, as escolas estarão permanentemente ocupadas, dificultando suas liberações por excessivo número de dias. Todas as mudanças representarão, também, alterações na fórmula de disputas das competições considerando o número de classificados em cada uma das microrregiões e regiões esportivas. A Fesporte deve publicar nos próximos dias em seu site o novo regulamento com os critérios classificatórios de cada uma das modalidades. Compartilhe este conteúdo nas suas redes sociais através dos links abaixo.
- Portaria com flexibilização das restrições ao esporte deve sair durante a semana
A audiência pública virtual promovida e realizada na tarde de segunda-feira (05) pela Assembleia Legislativa de Santa Catarina (ALESC), que teve como pauta a volta das atividades esportivas no território catarinense em meio a pandemia, contribuiu significativamente para uma flexibilização das restrições atuais impostas pelos órgãos de controle de saúde. Uma comissão, liderada pelo deputado Fernando Krelling (MDB) vai acionar os integrantes do Centro de Operações de Emergência em Saúde (COES) no sentido sensibiliza-los da importância da prática da atividade física como meio para minimizar os efeitos da pandemia na população ativamente esportiva no Estado. Durante a semana, uma normativa revogando algumas proibições deve ser acrescida a Portaria 2005 que define o regramento das atividades que tenham relação direta com o aumento do número de casos de Covid-19. E uma das revogações está associada à prática de modalidades coletivas e de participação. Essa sinalização ficou evidenciada a partir da série de argumentações defendidas pelos mais de 15 participantes da audiência pública, entre eles o conceituado profissional de Educação Física Francisco Pitanga. "As restrições impostas ao esporte soam como um verdadeiro tiro no pé diante dos benefícios que ele produz a uma grandiosa parcela da população", afirmou Pitanga. "Não existe indicativos de casos graves a quem tem uma vida ativa com a prática do esporte. As restrições globais são como uma bala de canhão direcionadas a uma mosca", comentou, durante entrevista concedida ao programa Panorama Esportivo, o médico cardiologista e especialista em medicina esportiva Artur Herdy. Além de Pitanga e Herdy, vários deputados, representantes do Conselho Estadual de Esporte (CED-SC), do Conselho Regional de Educação Física (CREFSC), da Associação das Federações Esportivas (AFESC) e de outras entidade esportivas como empresários de complexos esportivos, bem como agentes públicos municipais vinculados às fundações e secretarias municipais de esporte, participaram da audiência que teve duração de duas horas. A ex-presidente da Fundação Catarinense de Esporte (Fesporte) Natália Petry saiu em defesa da revogação das normativas impeditivas acrescentando que é de extrema importância que o COES dê atenção à classe esportiva. Já o presidente atual da Fesporte Kelvin Nunes, anunciou que técnicos da entidade foram convocados há 10 dias para elaborar um documento único que possa sustentar junto ao COES a relevância das atividades esportivas durante o período de pandemia. Informou que o documento, finalizado, será entregue na terça-feira (06) ao órgão para que a flexibilização possa existir. "Vamos esperar a apreciação deste documento afim de que tenhamos, pelo menos, quatro segmentos diferentes contemplados por novas normativas", afirmou Kelvin. A reportagem Cifesc apurou que na quarta-feira (07), o deputado Fernando Krelling terá uma agenda especial com a Governadora em exercício Daniela Reinehr para reforçar a demanda do setor esportivo no Estado. Obs. A íntegra da Audiência pública pode ser assistida no link abaixo. Deixe sua sugestão para a melhoria de nosso site aqui.
- Kelvin recebe garantias de autonomia da Fesporte
Em comunicado publicado em um grupo de dirigentes esportivos municipais e membros do Conselho Estadual de Esporte (CED-SC), no último sábado (13), o presidente da Fesporte Kelvin Soares fez um balanço do seu primeiro mês como ordenador da entidade e reforçou seus compromissos com a instituição. Em seu pronunciamento, Kelvin destacou que, mesmo diante da crise sanitária que o Estado atravessa, foi possível tomar conhecimento dos processos e demandas que movem a Fesporte. Os 30 dias iniciais de sua gestão foram dedicados a fortalecer as relações institucionais, sobretudo com as demais secretarias de governo. Disse que o governo tem acompanhado as ações da Fesporte com muita proximidade e interesse, dada a significativa importância que a instituição representa para a sociedade. O governo, conforme seu plano de gestão, mantém plena avaliação destas ações e principalmente os indicadores que ela representa em diferentes contextos. “É importante ressalvar que tal avaliação está diretamente ligada às nossas ações, pois é impactada pelas entregas necessárias e propostas no plano”, acentua Kelvin. Ao ponderar sobre questões pontuais, alvo de questionamentos que diariamente lhe chegam por meio de diversos canais, o presidente destaca que em recente reunião com a Secretaria de Estado da Administração (SEA), teve a garantia de que a Fesporte não perderá seu poder decisório que ao longo dos anos detém sobre suas ações. A Fesporte, segundo foi lhe assegurado, terá participação direta em qualquer discussão que a envolvam na possível reforma administrativa que está em andamento. Outra questão pontual que afeta diretamente o planejamento das iniciativas da Fesporte tem relação com papel dos coordenadores esportivos. No ano passado, inúmeros servidores foram desligados das suas funções em diversas regiões do Estado. “Eles foram desligados por motivos alheios a nossa vontade. A contribuição de tais servidores é imprescindível no somatório de esforços que objetivam fazer com que Santa Catarina continue sendo referência esportiva. Não vamos medir esforços para alinhamentos necessários para que possamos reverter esse quadro. Compactuo da angústia de todos e estou buscando solucionar a situação”, disse. Segundo Kelvin, a tramitação segue em “passos largos” e em breve deverá apresentar novidades sobre a questão.











